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sexta-feira, 2 de abril de 2010

3/10 - Os opostos se atraem... mas nem são tão opostos assim.

Existe aquela velha conversa que os opostos se atraem. Em se tratando de física, isso funciona perfeitamente. Mas não sei se funciona tão bem para outras coisas.

Filmes em geral adoram mostra essa dualidade, a oposição. O menino pobre e a menina rica, O garoto popular e a isolada da escola, a cdf e o baderneiro, e por aí segue as oposições.

Mas esse negócio de que “ele me completa e bla bla bla” é tudo papo furado sem que haja pelo menos alguns fatos em comum (tirando a parte de ambos serem seres humanos ok). E aquelas coisas triviais como ambos gostarem do sexo oposto (ou do mesmo, no) e bla bla bla.

To falando de coisas como gosto, pensamento, princípios, ideais. Isso não quer dizer que as pessoas tem que ser parecidas em tudo, e pensar o mesmo sobre tudo (boriiiiiing). Mas serem completamente opostos, desculpa, isso é conversa de conto de fadas mesmo.

È claro que sempre vão existir as exceções, mas geralmente você fica com alguém que não seja muito diferente de você. Afinal, ou freqüentam os mesmos lugares (gostam de algo em comum), conhecem as mesmas pessoas (gostam do mesmo tipo de pessoas para terem como amigas), e por aí vai...

O filme mostra essa situação com Patrick e Kat. Eles se achavam muito diferentes, mas no fim se viram muito parecidos. Não ligavam pro que os outros pensavam, não eram tão ruins quanto parecia, e faziam questão de parecer (uma questão do filme um pouco complexa ok. Vejam e percebam), e tinham alguns gostos em comum no fim das contas (senão seria meio ruim saírem juntos)

Porque no fim das contas, os opostos se atraem... mas nem são tão opostos assim não.

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