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Mas ontem, eu olhei pra ele... e resolvi escrever nele sobre meu fim de semana (passado) ruim. E se foram 11 páginas contando uma história (afinal eu não tinha escrito nada antes, então tive que registrar tudo). Foi a melhor coisa que eu fiz! Até me animei um pouquinho e fiz uns trabalhos aí pendentes.
Cheguei a conclusão de que escrever sobre qualquer coisa é REALMENTE uma terapia relaxante.
Juro que vou escrever no meu diário com mais frequência com que posto aqui no blog... ou no meu fotolog.
E veja bem, eu sempre fui uma pessoa de ter diários,mas sempre com longos períodos de ausência e MUITA COISA nada a ver escrita.
Rapidinho, só pra terem uma noção...

Aquele primeiro ali (branco) é de 2005 se eu não me engano. Eu escrevia pouco, então ia tudo acumulando e eu escrevia tudo de uma vez. Mas os fatos marcantes desse ano foram escritos na data certa, eu acho...
Aquele do meio-superior é o atual (2007/2008), que eu ganhei de aniversário em homenagem ao Diário da Princesa.
O vermelhinho é o anterior a esse, que eu também não escrevia muito. As ultima paginas nem estão escritas (porque eu ganhei o laranja antes de terminar).
A agenda do Smile é de 2004, tem muita³³³ baboseira, mas em algumas relíquias aí.
O rosinha foi o meu primeiro,eu tinha uns 8 anos acho. Metade dele é poeminhas escritos pelos outros. A outra metade é diário, com as coisas mais idiotas que a gente fazia por aqui.
E o de cachorrinho eu ganhei de amigo secreto na 6ª série do Leonardo, foi usado em 2003. Nele tem umas coisas muito loucas de eu conversando com um boneco imaginário, que comentava os acontecimentos.
O importante é que sempre na hora do ruim, ele foi escrito. E quem nunca teve um diário não faz a mínima noção do quanto ele ajuda.
O filme Efeito Borboleta já mostra o quanto diários ajudam em vários tipos de terapias. Eles são meio que a substituição de uma pessoa que você pode conta as coisas, e que não vai te recriminar,fazer cara feia, ou contar para alguém tudo aquilo que você disse se houvesse uma briga ou desentendimento (só não deixe ele jogado por aí pra alguém ler né...).
Meu querido diário, obrigada por me ouvir SEMPRE que eu quiser!