
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Filme do dia: Marley e Eu.

quinta-feira, 18 de junho de 2009
Foi Apenas um Sonho
De vez em quando eu canso de ver dramas, principalmente se meu humor não está bom. E alugar ele no dia dos namorados, com o sono que eu tava, não foi das melhores idéias.
Mas no sábado, mais descansada eu terminei de assistir. E, sinceramente, eu prefiro Titanic. Sabe porque? Porque esse filme é de verdade. Sem melodramas, sem utopias.
Foi Apenas um Sonho (Revolutionary Road) mostra a real dificuldade de viver. Apesar de se passar nos anos 50, trata de questões realmente atuais do nosso psicológico. O que é mais importante na vida, o que somos capazes de fazer, onde queremos chegar.
Um casal, que quando se conhece possui talvez os mesmos ideais de vida. Mas o casamento e suas conseqüências fazem ambos os personagens entrarem em conflito com seus próprios sonhos e pensamentos sobre a realidade. Uma batalha mais ou menos assim, fazer o que eu quero X fazer o que devo.
O filme mostra realmente a essência dos conflitos externos, e o que isso pode fazer no nosso relacionamento com as pessoas. Lógico que não exatamente igual o filme, porque cada pessoa é diferente. Como eu disse, é a essência.
Cada pessoa, ao assistir o filme, vai se identificar mais com um dos protagonistas. Eu, particularmente, me identifiquei mais com o personagem do Leonardo DiCaprio. Achei ele mais consciente da realidade do que ela. Pode-se pensar que isso seja covardia. Talvez, em alguns momentos achei. Mas eu prefiro dizer que ele é mais racional, pensa nas conseqüências dos atos.
Um drama, com um final que realmente me surpreendeu. Um bom filme pra refletir junto com os personagens.
O que nós queremos pra nossa vida?
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Dia dos namorados...
HAHAHAHAHA! Muito bom mesmo.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Esclarecimento
Acho que houve interpretações diferentes ao que eu disse sobre os nerds, então eu gostaria de esclarecer.
Sabe o que? Teve. E eu acabei teorizando que na faculdade não existem nerds. Explico: na faculdade, mesmo os nerds mais nerds são ligeiramente descolados. Bebem, fumam, têm namoradas que gostam de nerds, contam piadas que às vezes até são boas…
Em nenhum momento eu quis dizer que os nerds deixam de ser nerds. Como o post diz, e eu concordo, eles não existem pelo simples fato de serem vistos de outra maneira. A visão das pessoas sobre eles muda, não eles que deixam de ser.
Uma vez nerd, sempre nerd.
p.s: ninguém respondeu a minha pergunta do porque eu sou nerd! --'
hahahahahaha!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Interrompendo nossa programação
Como muitos não sabem, e outros tantos sabem, dia 25/05 se comemora o Dia do Orgulho Nerd.
Esta data, atualmente, tem 2 motivos especiais:
1º: Dia da estréia do 1º filme do Star Wars (que todo nerd ja viu).
2º: É o dia da Toalha, citado no livro O Guia dos Mochileiros das Galáxias (que todo nerd ja leu).
Ok. Eu não vi todos os filmes de Star Wars. E não li o Guia do Mochileiro das Galáxias. Então porque as pessoas me consideram nerd?
Está é uma pergunta que eu gostaria que vocês respondessem nos comentários (vamos interagir). Juro que se vocês quiserem, eu respondo no próximo post :D
Mas enfim... Li uma repostagem no Olhometro que dizia o seguinte:
"Quando a adolescência cruel semi-chegou, as coisas pioraram e eu fui duramente oprimida. Eu achava que o ginásio e o colégio representavam o fim do mundo, a constatação de que eu jamais seria realmente legal, e que aquilo não teria fim.
Sabe o que? Teve. E eu acabei teorizando que na faculdade não existem nerds. Explico: na faculdade, mesmo os nerds mais nerds são ligeiramente descolados. Bebem, fumam, têm namoradas que gostam de nerds, contam piadas que às vezes até são boas…
Mas isso não significa que o orgulho nerd se acaba quando as pessoas saem do colégio. Significa só que vivemos num mundo mais bonito, colorido, diverso e tolerante, que aceita que nerds se integrem socialmente depois da adolescência sem maiores traumas."
E sabe, eu concordo. Claro que há suas exceções. Sempre tem aquele típico nerd forever, que nunca vai mudar.
Mas se eu virei uma pessoa sociável, quer dizer que os nerds também vivem. o/
E como diz Bill Gates:
Seja legal com os nerds. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
p.s: ja fiz um post sobre o Gates no blog. LEIA
terça-feira, 19 de maio de 2009
São Paulo - parte 2
Me sentei no último banco do ônibus, que fica em frente ao banheiro, com minha parceira de banco (e de muitas outras) Mônica.
Não demorou muito para que a música começasse lá no fundo. Ao som do nosso violeiro Tche (leia-se Tobias), a música que rolava ia ganhando mais adeptos a medida que ia acontecendo.
Teve música para todos os gostos, ao longo do percurso.
Destaque: dazaranha - vagabundo confesso
La pela meia noite, o motorista queria dormir, então fomos obrigados a baixar o volume de nosso som. Um pouco depois, foi hora de parar. O resto do ônibus queria dormir e a gente não deixava.
Chegamos em São Paulo, por volta de 9 ou 10 da manhã (não lembro ao certo).
Destino: MASP.
continua...
quinta-feira, 14 de maio de 2009
São Paulo - parte 1
Estive em São Paulo 2 vezes.
A primeira, fui visitar a Oracle Openworld Latin America com a turma do Curso Técnico de Informática Industrial. Pra quem não sabe, a Oracle é uma empresa que desenvolve softwares corporativos, especialmente na área de gestão de banco de dados.
Em termos do objetivo principal, não valeu pra nada. Éramos leigos em informática, mais ainda em banco de dados, que a gente tinha começado a aprender. Pra compensar aprendemos outras coisas, principalmente na parte de hardware (la nos servidores da HP) que nós ja tinhamos um pouco de conhecimento. Mas pra mim, o ponto alto da viagem ainda foi o autorama na Inmetrics. A gente não sabia pra que ele servia, mas era divertido pra caramba.
A segunda vez foi quando, por preguiça da minha mãe e outras coisas mais, eu tive que substitui-la numa viagem um pouco inútil, para fazer compras com um pessoal que eu nem conhecia, a não ser as minhas ex-professoras do Ensino Médio da Satc, e ua ex-colega de Michel (filha de uma professora sa Satc). Fiz algumas, conheci realmente alguma coisinha de São Paulo. Andei pelas ruas movimentadas a pé atrás de compras (tipo uma Henrique Lage da vida), 25 de março (nem vou comentar essa parte), e o shopping das comerciantes de Criciúma (de onde vocês acham que vem um monte de roupas super legais que a gente vê pela cidade).
Mas o que eu mais gostei foi ter andado pela Praça da Republica com a minha tia, no dia da feira de artesanato (me senti mais perto de casa, sério mesmo), e ter ido ao teatro. Mas não foi um teatrinho qualquer, com uma peça qualquer. Foi um musical, de verdade, no teatro Abril. Valeu cada centavo que eu paguei pra ver Miss Saigon (é muito bom mesmo...saiu de cartaz mês passado).
Agora, pela 3ª vez eu estou indo pra lá. Dessa vez, com o pessoal da faculdade de Design Gráfico, o curso que por um acaso eu faço. E essa promete ser a melhor. Então, até lá. :D