São exatamente 03:50 da manhã. Não sei a temperatura, mas ta frio pra caramba. E to acordada por que?
O vício é grande, to sem pc, e a mãe foi dormir não faz muito tempo. Precisava checar meu email e dar uma passada as redes sociais.
OH VIDA!!!!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Saga gaucha - Show da kura em POA
Devia ter batido fotos. Falha minha para conseguir uma câmera. Mas hoje é dia de relatar a nossa saga a capital gaucha.
Rumo: Criciúma (SC) - Porto Alegre (RS)
Objetivo geral: Assistir o show da Banda Kura, no Eclipse Bar.
Objetivos específicos:
- Comer um Burger King
- Passear em POA
- Dar umas bandas pelo Shopping (um que tenha Burger King)
- Ver o show da Banda Kura sem atrasos
- Chegar em casa em segurança
Horário previsto de saída: 8:30 do dia 19/06.
Horário previsto de chegada: 01:00 do dia 20/06.
Como combinado com meus amigos, eu cheguei ao local de embarque (o ex-posto Tigre) as 8:25, e o vocalista ja estava a espera de todos.
8:28 chegam Fi, Pâm e Thiago, que nos acompanhariam nesta viagem. 8:33 chega nosso motorista Ticão, e um pouco mais atrasado chega o Filipe (vulgo Gordo pra quem o conhece), por voltas das 8:42.
As 09:30 chegam os amigos do Igor, que também iriam conosco na viagem!
Com o Ticão foram o Thiago, a Pâm, o Filipe e eu. No carro com os amigos do Igor, ele mesmo e o Fi.
O Thiago como maior de nós quatro ficou como caroneiro ao lado do Ticão nesta nossa expedição, sendo o responsável também pela filmagem das cenas. Fomos ouvindo músicas clássicas do rock oitentista e mais algumas pérolas não muito distante destas, a base de chocolate, barras de cereal e soda limonada.
Algumas nadegas e línguas pela janela, ja que "depois da fronteira pode tudo", chegamos e ja tivemos nossa primeira decepção: o não almoço no Burger King. Porque nossa acompanhante (que eu não lembro o nome) não queria almoçar no shopping porque "ERA CARO".
Almoçamos no Xis Speed, que segundo o Igor era o melhor Xis de POA. Outra decepção: o Bico de Pão em Criciúma faz parecido, mas MUITO melhor!
Fomos então até o local do show, e parecia uma porta de garagem muquifinha!!! A gente ja tava prevendo uma droga!
Aí nos separamos do casal de amigos: eles foram pra Redenção, e nós pra rodoviária (a pé) buscar um amigo do Igor, e assim pudemos conhecer um pouco da vida do vocalista nas terras gauchas, e como a ideia da Kura nasceu.
Voltamos ao local do show, e nos separamos novamente: o casal foi passear no SHOPPPING (lembra aquele do BURGER KING??? --') e a gente ficou ali pra assistir as bandas e tals.
Ai sabe como é, coisas como "Vocês estão bêbados??? *dancinha* Vocês estão chapados??? *mais dancinha*" saíram de la, tudo isso "pra provar que o hard rock não morreu". "obrigado #POW".
A 5a banda foi a Kura, que teve um show muito agitado graças as ótimas músicas e as meninas que agitaram a galera presente o/ hahaha.
No fim da ultima música, chega o casal (lembra... o do shopping) pra assistir o show. Aí depois NÓS queríamos ir no shopping comer nosso BK, E ELA NÃO QUERIA IR PORQUE TINHA ACABADO DE SAIR DE LÁ!!!!!!!
Mas não abrimos mão e fomos saciar nosso desejo. A partir daí começaram as maiores confusões.
Não encontramos o pessoal do outro carro na saída do shopping, e achamos que eles ja tinha ido. Fomos então nós rumo a Freeway. A gente entrou, não deve ser tão difícil sair de Porto Alegre né, vamos seguindo as placas. Elas indicavam basicamente: LITORAL > FRONTEIRA >.
Para quem não sabe, aqui vão algumas explicações: o RS faz divisa com 2 países (Uruguai e Argentina) e 1 estado (Santa Catarina). Geralmente a divisão entre estados é chamada de "divisa" e entre países de "fronteira". Mas como os gaúchos tem um dialeto peculiar, sabíamos la que diabos eles estavam querendo dizer com a maldita fronteira, e na pior das hipóteses, que maldito país era essa fronteira????????
Mas a gente foi seguindo, porque achamos que provavelmente pra chegar ao LITORAL gaúcho, o cara teria que pegar a Freeway e a gente chegaria nela.
perto da rodoviária, erramos um maldito acesso e ficamos perdidos, então tivemos a brilhante ideia de seguir o ônibus da Santo Anjo pra chegar ao nosso destino. Só que, amiguinhos, ele estava indo para a garagem, e aí a gente se perdeu de vez.
Encontramos então um posto de gasolina, e pedimos uma informação, que foi dada EXATAMENTE como os gaúchos mais corneteiam que damos informação aqui.
"Tu segue reto, até o fim da rua, e depois vira a esquerda". Fizemos o que o cara disse, passamos EMBAIXO da Freeway e fomos até mais ou menos CANOAS pra encontrar um acesso sem sucesso. Voltamos então e não sei como diabos a gente chegou ao lado da Freeway, la onde estão ocorrendo as obras pro estádio do Grêmio. Rodamos 40 MINUTOS ao lado da Freeway, e não encontramos nenhum retorno e nem indicação pra entrar na maldita rodovia.
Fomos parar DO OUTRO LADO da Freeway, sem UM ACESSO, no meio da favelada, até que a rua não tinha saída e tivemos que voltar pelo MESMO CAMINHO. E depois de 1 hora e 10 minutos mais ou menos, rodando POA e a rodovia, conseguimos o acesso para ir pra casa.
No caminho, precisávamos abastecer. Por volta de 1 da manhã, paramos no posto, esticamos as pernas, fomos no banheiro, e enquanto eu e a Pâm discutíamos sobre o dia 15/07, o dono do posto entra no estabelecimento de conveniência e diz "Querem um conselho: entrem no carro e vão embora!". Vimos os meninos discutindo o mapa do Brasil, e dissemos "Vamos embora", enquanto o cara do posto ta no telefone dizendo "tem um carro suspeito branco estacionado na frente no posto...". Talvez ele só estivesse esperando a gente sair pra assaltar...
Cheguei em casa as 2:30 da manhã. Objetivos cumpridos, mas alguns deram trabalho.
Deixo para meus companheiros de viagem o restante das histórias.
Obrigada a Banda Kura pelo convite, e a Pâm pela companhia.
E um agradecimento mais do que especial mãe do Ticão. Sem ela, nossas aventuras não seriam possíveis.
Como a gente não fez um vídeo de agradecimento, deixo aqui registrada minha gratidão a ela. :D
Espero estar presente na próxima saga gaucha, dia 15 em "São Léo" (mania de encurtar todos os nomes). Mas desta vez, de VAN. ;)
p.s: show da Banda Kura, junto com Leopoldo e Valéria, Um Sete Uns e Alcholic Trendkill, dia 02/07 no Diretório (Criciúma-SC). Se quiserem ir, falem comigo! ;)
Rumo: Criciúma (SC) - Porto Alegre (RS)
Objetivo geral: Assistir o show da Banda Kura, no Eclipse Bar.
Objetivos específicos:
- Comer um Burger King
- Passear em POA
- Dar umas bandas pelo Shopping (um que tenha Burger King)
- Ver o show da Banda Kura sem atrasos
- Chegar em casa em segurança
Horário previsto de saída: 8:30 do dia 19/06.
Horário previsto de chegada: 01:00 do dia 20/06.
Como combinado com meus amigos, eu cheguei ao local de embarque (o ex-posto Tigre) as 8:25, e o vocalista ja estava a espera de todos.
8:28 chegam Fi, Pâm e Thiago, que nos acompanhariam nesta viagem. 8:33 chega nosso motorista Ticão, e um pouco mais atrasado chega o Filipe (vulgo Gordo pra quem o conhece), por voltas das 8:42.
As 09:30 chegam os amigos do Igor, que também iriam conosco na viagem!
Com o Ticão foram o Thiago, a Pâm, o Filipe e eu. No carro com os amigos do Igor, ele mesmo e o Fi.
O Thiago como maior de nós quatro ficou como caroneiro ao lado do Ticão nesta nossa expedição, sendo o responsável também pela filmagem das cenas. Fomos ouvindo músicas clássicas do rock oitentista e mais algumas pérolas não muito distante destas, a base de chocolate, barras de cereal e soda limonada.
Algumas nadegas e línguas pela janela, ja que "depois da fronteira pode tudo", chegamos e ja tivemos nossa primeira decepção: o não almoço no Burger King. Porque nossa acompanhante (que eu não lembro o nome) não queria almoçar no shopping porque "ERA CARO".
Almoçamos no Xis Speed, que segundo o Igor era o melhor Xis de POA. Outra decepção: o Bico de Pão em Criciúma faz parecido, mas MUITO melhor!
Fomos então até o local do show, e parecia uma porta de garagem muquifinha!!! A gente ja tava prevendo uma droga!
Aí nos separamos do casal de amigos: eles foram pra Redenção, e nós pra rodoviária (a pé) buscar um amigo do Igor, e assim pudemos conhecer um pouco da vida do vocalista nas terras gauchas, e como a ideia da Kura nasceu.
Voltamos ao local do show, e nos separamos novamente: o casal foi passear no SHOPPPING (lembra aquele do BURGER KING??? --') e a gente ficou ali pra assistir as bandas e tals.
Ai sabe como é, coisas como "Vocês estão bêbados??? *dancinha* Vocês estão chapados??? *mais dancinha*" saíram de la, tudo isso "pra provar que o hard rock não morreu". "obrigado #POW".
A 5a banda foi a Kura, que teve um show muito agitado graças as ótimas músicas e as meninas que agitaram a galera presente o/ hahaha.
No fim da ultima música, chega o casal (lembra... o do shopping) pra assistir o show. Aí depois NÓS queríamos ir no shopping comer nosso BK, E ELA NÃO QUERIA IR PORQUE TINHA ACABADO DE SAIR DE LÁ!!!!!!!
Mas não abrimos mão e fomos saciar nosso desejo. A partir daí começaram as maiores confusões.
Não encontramos o pessoal do outro carro na saída do shopping, e achamos que eles ja tinha ido. Fomos então nós rumo a Freeway. A gente entrou, não deve ser tão difícil sair de Porto Alegre né, vamos seguindo as placas. Elas indicavam basicamente: LITORAL > FRONTEIRA >.
Para quem não sabe, aqui vão algumas explicações: o RS faz divisa com 2 países (Uruguai e Argentina) e 1 estado (Santa Catarina). Geralmente a divisão entre estados é chamada de "divisa" e entre países de "fronteira". Mas como os gaúchos tem um dialeto peculiar, sabíamos la que diabos eles estavam querendo dizer com a maldita fronteira, e na pior das hipóteses, que maldito país era essa fronteira????????
Mas a gente foi seguindo, porque achamos que provavelmente pra chegar ao LITORAL gaúcho, o cara teria que pegar a Freeway e a gente chegaria nela.
perto da rodoviária, erramos um maldito acesso e ficamos perdidos, então tivemos a brilhante ideia de seguir o ônibus da Santo Anjo pra chegar ao nosso destino. Só que, amiguinhos, ele estava indo para a garagem, e aí a gente se perdeu de vez.
Encontramos então um posto de gasolina, e pedimos uma informação, que foi dada EXATAMENTE como os gaúchos mais corneteiam que damos informação aqui.
"Tu segue reto, até o fim da rua, e depois vira a esquerda". Fizemos o que o cara disse, passamos EMBAIXO da Freeway e fomos até mais ou menos CANOAS pra encontrar um acesso sem sucesso. Voltamos então e não sei como diabos a gente chegou ao lado da Freeway, la onde estão ocorrendo as obras pro estádio do Grêmio. Rodamos 40 MINUTOS ao lado da Freeway, e não encontramos nenhum retorno e nem indicação pra entrar na maldita rodovia.
Fomos parar DO OUTRO LADO da Freeway, sem UM ACESSO, no meio da favelada, até que a rua não tinha saída e tivemos que voltar pelo MESMO CAMINHO. E depois de 1 hora e 10 minutos mais ou menos, rodando POA e a rodovia, conseguimos o acesso para ir pra casa.
No caminho, precisávamos abastecer. Por volta de 1 da manhã, paramos no posto, esticamos as pernas, fomos no banheiro, e enquanto eu e a Pâm discutíamos sobre o dia 15/07, o dono do posto entra no estabelecimento de conveniência e diz "Querem um conselho: entrem no carro e vão embora!". Vimos os meninos discutindo o mapa do Brasil, e dissemos "Vamos embora", enquanto o cara do posto ta no telefone dizendo "tem um carro suspeito branco estacionado na frente no posto...". Talvez ele só estivesse esperando a gente sair pra assaltar...
Cheguei em casa as 2:30 da manhã. Objetivos cumpridos, mas alguns deram trabalho.
Deixo para meus companheiros de viagem o restante das histórias.
Obrigada a Banda Kura pelo convite, e a Pâm pela companhia.
E um agradecimento mais do que especial mãe do Ticão. Sem ela, nossas aventuras não seriam possíveis.
Como a gente não fez um vídeo de agradecimento, deixo aqui registrada minha gratidão a ela. :D
Espero estar presente na próxima saga gaucha, dia 15 em "São Léo" (mania de encurtar todos os nomes). Mas desta vez, de VAN. ;)
p.s: show da Banda Kura, junto com Leopoldo e Valéria, Um Sete Uns e Alcholic Trendkill, dia 02/07 no Diretório (Criciúma-SC). Se quiserem ir, falem comigo! ;)
terça-feira, 14 de junho de 2011
#Experiência 02 - Desfile de Moda
Quinta-feira (09) fui assistir um desfile de moda, ja que minha amiga Munike ia apresentar seu trabalho lá. Eu nunca tinha ido num desfile de moda, só tinha acompanhado alguns vídeos daqueles que passam rapidinho na tv, ou então alguns vídeos no youtube de marcas renomadas, então não sabia muito bem o que esperar.
Ainda mais porque o desfile é o Inlove, que apresenta somente peças desenvolvidas pelos de acadêmicos do curso superior de Tecnologia em Moda, do Senai. São acadêmicos... sempre são uma grata surpresa (puxando o saco de todos que fazem faculdade:*).
Cheguei por volta das 19:45, ja que o início estava marcado para as 20 horas. Começou as 20:05, onde uma das professoras coordenava o desfile e explicava para o público presente o conceito do desfile.
O conceito era a química do amor, baseado no tema da UNESCO, sendo 2011 o ano internacional da química. Cada dupla (ou trio) de estilistas criava um modelo feminino e masculino, baseado num conceito da química pré-determinado e um casal pré-determinado, onde então elas criavam um release explicando a sua criação.
Parabéns aos acadêmicos que fizeram lindas peças (apesar de eu não entender algumas), e eu adoreeei a experiência de estar num desfile de moda... hahaha! E destaque pra minha amiga que fez lindas peças e tinha a platéia mais animada da noite. o/
Me convidem pra ver desfiles :*
Me convidem pra ver desfiles :*
Lampião e Maria Bonita - e as criadoras Munike Ávila e Kamila Ferraz :D
PS: MUNIKE, CADE AS FOTOS DA GALERA????????
sexta-feira, 10 de junho de 2011
O fim de uma saga - Final Fantasy IX
Personagens de Final Fantasy IX
Acho que eu não cheguei a compartilhar com vocês o momento mais épico do meu ano. Tinha deixado pro dia dos nerds, porque achei que eles gostariam disso, mas acabei esquecendo e....
Bom, algo espetacular aconteceu... depois e 10 anos eu FINALMENTE fechei o Final Fantasy IX.
Depois de jogar o mini-game pra achar boas armas (tks youtube... é, sou loser, não fecho sem detonado), voltei a Memória, onde ja havia chegado no Chefão uma vez, mas armas inúteis faziam eu morrer em 5 golpes, não de cada personagem, total mesmo, passando por todos os chefes de lá facilmente até chegar em Crystal/Memória, ultimo save do jogo. Eu salvei e dormi.
No outro dia, meio estressada com tudo (que eu andava naqueles tempos por um motivo que eu não lembro qual...ahh, lembro sim!), resolvi dar aqueeela jogadinha inocente, só pra ver no nível que eu tinha chegado no dia anterior para as 3 batalhas finais do jogo (sabe como é, preparar o psicológico para o que vem por aí).
Na primeira batalha, contra um monstrengo lá, fiquei admirada com a facilidade... mas ta, em outras vezes ja tinha passado facilmente por ele.
Fui fazer a segunda luta, contra o Kuja, e percebi que FUDEEEEEU! Dois personagens entraram em modo especial (trance) pra eu conseguir vencer a luta, senão ja era caso perdido na humanidade. Mas ta, se com dois personagens em trance eu quase me matei pra ganhar, impossível vai ser matar o ultimo. Por que? Ele é super bom, da 2 ataques por vez, sem chance de outro aqui entrar em trance antes de eu morrer. Mas ta, vou esperar dar game over mesmo né, pra ver qual vai ser com meus personagens nesse nível contra o último chefe, o Necron.
Escolhi para minha ultima batalha meu time titular de sempre: Zidane "Gabriel", Steiner "Junior", Vivi "Mateus" e Garnet "Bruna" . Só pra situar vocês, essa lista ta do melhor pro mais fraco, em termos de ataque e defesa.
O Zidane é O CARA, tem tudo de bom em seu ataque e defesa e nos especiais.
O Steiner não fica atrás, tem menos defesa que o anterior, porém mais HP, mas não tinha a magia automática de ir se regenerando, o que me complicava.
Vivi é péssimo em ataque braçal, mas as magias são razoavelmente boas.
A Garnet ta ali pra recuperar HP e mortes, porque não sei usar especiais de ataque com ela (que gastam MUITO MP também, não valendo a pena neste caso) e o ataque dela com arma é o mais ridículo de todos.
Cena da batalha final contra Necron: Garnet, Vivi, Steiner e Zidane.
Não deu outra, o Necron avacalhou e POF, matou o Steiner justamente quando ele entrou em TRANCE. Ataquei-o umas vezes antes de reviver o Steiner, que ficou em trance (não sabia que o trance ficava caso o personagem morresse), e aí eu consegui dar um lindo ataque que tirava do meu oponente 9999 HP *.* (SHEL LINDO!), e aí ele mata o Vivi. Ai como ele tava muito inutil mesmo, resolvi deixar ele morto, por pelo menos enquanto o Steiner tivesse em trance, porque aí o Zidane também tirava um bom HP, e tinha que ter a Garnet pra ficar recuperando eles né.
Acho que ficou umas duas rodadas assim, e aí o Necron deu ataques avassaladores e matou o Zidane, e o Steiner saiu do trance. Eu ja entrei naquela vibe do pensamento FUDEU inicial, e o Necron ainda PARALIZA o Steiner. PRONTO, ja era. O Necron da dois ataques seguidos, e não ia dar tempo de eu revive-los e recuperar o HP deles com um personagem só em ação, que ele ia matar minha única sobrevivente, a Garnet. E como ela só tira de 400 HP por rodada nos ataques, SEM CHANCE! Mas ta, vamos jogar até ele me matar, e no próximo jogo eu preparo uma estratégia pra matar ele, e vou atacando normal mesmo pra ele me matar de uma vez.
Ai absurdamente em 3 rodadas eu ainda não tinha morrido com o misero HP da Garnet e...
Some as barras de ataque. Penso eu: "ele vai dar um ataque devastador que ja me matou, então as barras ja sumiram"...
Ele começa a falar. Peso eu "Peraí, ele nunca falou no meio de uma luta e..."
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
NÃO ACREDITOOOOOOOOOOOO!!! FECHEI O JOGO!!!!!!!!!!!
*pulos e gritos exasperados pela casa*
A comemoração se estendeu até as duas da manhã via msn (créditos a Munike por me aguentar tanto). Eu sempre me recusei a ver o final do jogo no youtube, porque né, seria um orgulho ferido ver sem ter fechado o jogo depois de tanto tempo. E valeu a espera, FINAL LINDOOOOOOOO *.*
Quer algo mais lindo... a personagem que matou o chefão no meu save, a Garnet, no jogo tinha o meu nome (como eu citei no começo) *.*
Cena do vídeo final do jogo.
E chega ao fim uma saga de 10 anos, no dia 06/04/2011. Minha primeira resolução de 2011 foi completada.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
"Ela não notou que algo se perdeu
No caminho
E ele não ligou, sempre acreditou
Que era eterno
A vida seguiu, o tempo passou
E era tão normal
E ele prometeu, ela perdoou
Mas nada foi igual"
Disco Rock - Papas da Lingua (acho o nome bem nada a ver...)
Gosto muito dessa música. Esse trecho em especial, porque ele diz em frases curtas algo que acontece em um longo processo. As vezes esquecemos que as pequenas coisas fazem uma grande diferença. Esquecemos que podemos fazer o dia de uma pessoa mais feliz com pequenos gestos, e que isto está diretamente ligado ao quanto consideramos esta pessoa.
Pense nisso.
(vamos ver se eu consigo voltar regularmente a ativa).
No caminho
E ele não ligou, sempre acreditou
Que era eterno
A vida seguiu, o tempo passou
E era tão normal
E ele prometeu, ela perdoou
Mas nada foi igual"
Disco Rock - Papas da Lingua (acho o nome bem nada a ver...)
Gosto muito dessa música. Esse trecho em especial, porque ele diz em frases curtas algo que acontece em um longo processo. As vezes esquecemos que as pequenas coisas fazem uma grande diferença. Esquecemos que podemos fazer o dia de uma pessoa mais feliz com pequenos gestos, e que isto está diretamente ligado ao quanto consideramos esta pessoa.
Pense nisso.
(vamos ver se eu consigo voltar regularmente a ativa).
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O Fenômeno Ronaldo
Não, isto não é um post para falar das proezas de Ronaldo. Isto todos ja sabem, todos ja viram, a imprensa só fala nisso desde domingo a noite... é, este é o fenomêno Ronaldo.
Ao sair a notícia da aposentadoria no domingo a tarde, todo mundo começou a se remexer nas cadeiras. Se o cara tinha contrato com o Corinthians até o fim do ano, porque antecipar o fim? Será que foram as duras críticas da torcida e o "mal futebol" apresentado nas ultimas partidas?
Achei que ele fez o certo. Terminar por cima, enquanto ainda era tempo, antes que o futebol piorasse e as críticas da torcida corinthiana também.
E o fato foi que o mundo todo ansiou pela coletiva que ele havia prometido para a segunda-feira. E ninguém falava outra coisa a não ser de Ronaldo. Esqueceram até do Egito nessas horas.
Tudo isto porque o cara, desculpem todos os outros, foi o melhor jogador visto em campo pelo menos nos últimos 20 anos (não ouso afirmar enquanto ainda não estava nesse mundo).
Fui ver o que nossos amigos hermanos argentinos haviam noticiado sobre a despedida do fenômeno, e até na reportagem do Olé (principal jornal esportivo da Argentina) me peguei lacrimejando.
Foi isso que Ronaldo fez com os adoradores do futebol na tarde de segunda-feira. Todos, de alguma forma, se emocionaram com a despedida de um dos maiores jogadores do mundo. Que foi notícia sempre, algumas fora de campo... mas que JAMAIS atrapalharam o seu brilho como jogador de futebol. Um Fenômeno que atingiu o mundo todo, e que ficará lembrado pra sempre pelos amantes do bom futebol. De todo o mundo.
Ao sair a notícia da aposentadoria no domingo a tarde, todo mundo começou a se remexer nas cadeiras. Se o cara tinha contrato com o Corinthians até o fim do ano, porque antecipar o fim? Será que foram as duras críticas da torcida e o "mal futebol" apresentado nas ultimas partidas?
Achei que ele fez o certo. Terminar por cima, enquanto ainda era tempo, antes que o futebol piorasse e as críticas da torcida corinthiana também.
E o fato foi que o mundo todo ansiou pela coletiva que ele havia prometido para a segunda-feira. E ninguém falava outra coisa a não ser de Ronaldo. Esqueceram até do Egito nessas horas.
Tudo isto porque o cara, desculpem todos os outros, foi o melhor jogador visto em campo pelo menos nos últimos 20 anos (não ouso afirmar enquanto ainda não estava nesse mundo).
Fui ver o que nossos amigos hermanos argentinos haviam noticiado sobre a despedida do fenômeno, e até na reportagem do Olé (principal jornal esportivo da Argentina) me peguei lacrimejando.
Foi isso que Ronaldo fez com os adoradores do futebol na tarde de segunda-feira. Todos, de alguma forma, se emocionaram com a despedida de um dos maiores jogadores do mundo. Que foi notícia sempre, algumas fora de campo... mas que JAMAIS atrapalharam o seu brilho como jogador de futebol. Um Fenômeno que atingiu o mundo todo, e que ficará lembrado pra sempre pelos amantes do bom futebol. De todo o mundo.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Experiência #01 - Comer Sushi
Neste fim de semana, eu e meu namorado fomos apreciar uma iguaria da culinária japonesa: o famoso sushi. Claro que a gente não ia pagar muito caro, fomos porque eu comprei uma promoção num desses sites de compra coletiva.
Pra quem não sabe (diga-se de passagem a grande maioria dos leitores), o sushi possui origem numa antiga técnica de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado, e incialmente (a cerca de 200 anos) era vendido em barracas, como comida de rua, numa espécie de "fast food".
Tradicionalmente é feito com arroz temperado com molho de vinagre, açúcar e sal, ao qual é combinado com algum tipo de peixe ou frutos do mar, ou ainda vegetais, frutas ou até mesmo ovo. A tradição japonesa é de servi-lo acompanhado de wasabi e shoyu (molho de soja).
Depois de um século para encontrar uma mesa vaga no shopping (eita povinho que não tem o que fazer... hahaha), fui la pegar os 10 sushis que eu tinha direito. Peguei os que eu achei que poderiam ser mais gostosos, tentando pegar recheios diferentes, pra ter uma ampla avaliação depois. Peguei também uma tigelinha de molho shoyo pra acompanhar.
Nota: quando eu havia comido sushi pela primeira vez, tinha odiado, mas não tinha comido acompanhado de shoyo.
Dez sushis e um refri de cada, e estava na hora de encarar a tal iguaria. Peguei hachi (os palitinhos) pra gente utilizar porque né, comida japonesa com garfo nem rola... tem que seguir o ritual completo.
No começo me atrapalhei toda com aqueles malditos palitos, mas o Filipe foi me ensinando como utilizar de maneira correta (ele não é japones, mas sabe usar hachis). Encarei meu primeiro sushi, misturado ao shoyo e... bom, devo ter comido 3 ou 4 dos 10. O ultimo tinha tomate seco, e eu quase vomitei ele (odeio tomate seco).
Minha opinião é que, com shoyo, o sushi é comível, mas se eu tiver opção prefiro comer outra coisa. Não achei muito ruim, mas não gostei. É o tipo de alimento que eu não consigo descrever o paladar. O Filipe gostou, uma comida exótica segundo as palavras dele.
Meu próximo objetivo na culinária japonesa é experimentar o tal sashimi, assunto para outro post.
p.s: não tem fotos porque né, eu sou tansa e esqueci que celular tem camera.
Pra quem não sabe (diga-se de passagem a grande maioria dos leitores), o sushi possui origem numa antiga técnica de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado, e incialmente (a cerca de 200 anos) era vendido em barracas, como comida de rua, numa espécie de "fast food".
Tradicionalmente é feito com arroz temperado com molho de vinagre, açúcar e sal, ao qual é combinado com algum tipo de peixe ou frutos do mar, ou ainda vegetais, frutas ou até mesmo ovo. A tradição japonesa é de servi-lo acompanhado de wasabi e shoyu (molho de soja).
Depois de um século para encontrar uma mesa vaga no shopping (eita povinho que não tem o que fazer... hahaha), fui la pegar os 10 sushis que eu tinha direito. Peguei os que eu achei que poderiam ser mais gostosos, tentando pegar recheios diferentes, pra ter uma ampla avaliação depois. Peguei também uma tigelinha de molho shoyo pra acompanhar.
Nota: quando eu havia comido sushi pela primeira vez, tinha odiado, mas não tinha comido acompanhado de shoyo.
Dez sushis e um refri de cada, e estava na hora de encarar a tal iguaria. Peguei hachi (os palitinhos) pra gente utilizar porque né, comida japonesa com garfo nem rola... tem que seguir o ritual completo.
No começo me atrapalhei toda com aqueles malditos palitos, mas o Filipe foi me ensinando como utilizar de maneira correta (ele não é japones, mas sabe usar hachis). Encarei meu primeiro sushi, misturado ao shoyo e... bom, devo ter comido 3 ou 4 dos 10. O ultimo tinha tomate seco, e eu quase vomitei ele (odeio tomate seco).
Minha opinião é que, com shoyo, o sushi é comível, mas se eu tiver opção prefiro comer outra coisa. Não achei muito ruim, mas não gostei. É o tipo de alimento que eu não consigo descrever o paladar. O Filipe gostou, uma comida exótica segundo as palavras dele.
Meu próximo objetivo na culinária japonesa é experimentar o tal sashimi, assunto para outro post.
p.s: não tem fotos porque né, eu sou tansa e esqueci que celular tem camera.
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